Bom hoje o esquema aqui vai ser diferente. Nada de dois títulos, presente, passado, nem nada disso. Hoje falarei sobre a nossa iniciação com o mundo dos bebês. Ela ocorreu em julho, quando fui pra Recife conhecer minha sobrinha. Lá eu e a esposa pudemos ter uma idéia sobre o que está a vir pela frente (fechando o ciclo passado, presente e, agora, futuro mencionados acima).
Quando chegamos em Recife, a Marina, minha sobriha e afilhada, estava com mais ou menos 15 dias. Quando chegamos no apartamento do meu irmão, quase não pude entrar, pois estava com uma gripe filha da p*&@. Entrei com uma camiseta sobre a cara e mantive uma grande distância da Marina. E assim foi por mais ou menos 3 dias. A esposa já chegou perto e tudo, mas não pegou no colo pois ela tava muito próxima de mim, então o medo de passar a gripe pra Marina ainda era muito alto.
O que foi legal nos dez dias que passamos lá (essa viagem vai ser recorrente aqui, com pontos de vista diferentes) foram as coisas que começamos a aprender em relação a filho. Lembram do último post? Pois é, começamos a aprender um pouco sobre os móveis lá com eles. Vimos, por exemplo, que bebê mexe muito rápido. Então compramos uma cômoda que tem uma proteção nas laterais. Se o bebê fizer um rolamento duplo carpado dorsal lombar, ele vai bater na proteção (seria guard rail?) da cômoda. E não, ainda não lembro qual foi o puxador que a gente decidiu comprar....
Outra coisa que meu irmão me ensinou foi como limpar o bebê. Ensinou como limpar, com o que, em qual direção, como trocar a fralda (até então algo totalmente bizarro pra mim) e como sempre prestar atenção no bebê, pois eles se mexem MUITO rápido. E o mais importante de tudo: ensinou pra que serve a garrafa térmica que tem em todo quarto de bebê. Na verdade não é café pros pais ficarem acordados por causa ddo bebê (ainda mais que o bebê já deixa eles acordados, não precisam de café), mas sim água quente pra poder fazer a parte asseada do bebê, limpar as partes íntimas e etc. E eu achando que se não fosse café, era água pra chimarrão......
Aprendemos também que quando o bebê dorme, não precisa ficar sussurrando ou usando código morse pra se comunicar, ainda mais que quando o bebê dorme, um dos pais acaba dormindo também. Mas podemos falar em tom de voz normal justamente pro bebê se acostumar com barulho na casa. Afinal de contas ninguém quer uma criança de 6 anos de idade se incomodando com barulho de conversa dentro de casa.
Ah, a tal da babá eletrônica é algo que você realmente precisa ter. De qualquer lugar da casa você consegue ouvir o que a criança está fazendo. Nos dias que fiquei por lá (e vi o São Paulo dar adeus, mais uma vez, a Libertadores) vi que era essencial o aparelho. Eu e meu irmão íamos pro bar (área de serviço) e ficávamos jogando conversa fora até ouvir uma tossezinha (é esse o diminutivo?). Parávamos e ficávamos em silêncio. Se ela tossisse umas três vezes, ela estava acordando. E também é muito boa pra mãe, que pode dormir sossegada enquanto o pai fica de vigília (que no meu caso vai ser assisitr um horror de filme ou jogar PS3 até o Felipe acordar de novo...).
E quanto a pegar a Marina no colo, sem chance, pois eu ainda estava com o resto de gripe... Com certeza vou fazer isso em dezembro
Bom, por hoje é só. Se estiverem lendo e gostando, podem postar comentários, eu deixo ;-)
Um abraço,
Gus
To lendo sim e adorando sim!!!
ResponderExcluirGus, vc escreve do jeitinho que vc fala, ou seja, eu leio e é a mesma coisa de estar ouvindo vc falar!
Genial!
Beijo nos três!
O que a Miroca disse é fato! Parece que a gente tá ouvindo a sua voz!
ResponderExcluirArrasou na troca de experiencia com o irmão/tio/pai.
beijos
ow, depois se tiver um tempo entra no meu Caderno...
ResponderExcluirbeijo Gus!
Adoro seu blog. Dou boas risadas com a sua divertida experiencia. A melhor parte desta vez foi a agua para chimarrao. To aqui curiosa para saber o que vc vai contar qdo o Felipe nascer ...
ResponderExcluirAqui em casa o lance da babá eletrônica não rolou, até porque, em uma apê de 47 metros quadrados Alice sonhava e eu ouvia. Outra coisa que acontece: o seu sono pode ser o mais pesado do mundo, mas na hora H você ouve direitinho, não se preocupe, você acaba acostumando. Falo isso mas vez ou outra ianda flagro fabaino na cama da Alice checando a respiração. Pode? Pai e mãe! Só o muda o endereço! Renatinha
ResponderExcluirPense na seguinte situação, você e a mamãe gripados...hehehehehe
ResponderExcluirPara marinheiro de primeira viagem é assim...Lembra dos filmes de Bang-bang??? É meu caro é lenço na cara, álcool nas mãos e você dizendo pra visita que pra pegar no colo tem que passar álcool, na cara, nas mãos, nos braços. hehehehe
O leite materno cuida disso pra você. O resto é lenda!!! No terceiro filho você começa a espirrar na carinha da pobrezinha da criataurinha e ela dará um monte de risadas...hehehe
Vai pai!!!
Parabéns!!!
Do primo Carixabarina(carioca, capixaba, catarina), Advinhou????
Grande beijo e forte abraço!